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Grupo Mateus é anunciado para Caxias e deverá gerar centenas de empregos

GERAÇÃO DE EMPREGO – Atacarejo do Grupo Mateus será instalado em Caxias após reunião do presidente do grupo com o prefeito Fábio Gentil.


O prefeito de Caxias, Fábio Gentil, acompanhado da primeira-dama Letícia Mabel e de membros do governo municipal, esteve esta manhã (22) na capital São Luís, onde se reuniu com o presidente do Grupo Mateus, Ilson Mateus Rodrigues, e bateram o martelo quanto à instalação do grupo em Caxias.

Há algum tempo o grupo manifestava interesse em se instalar na “Princesa do Sertão”, mas agora, com a abertura política da atual gestão e o diálogo com o empresariado, torna-se possível a instalação de um dos maiores grupos empresariais do Maranhão.

A previsão é que as obras tenham início nos próximos dois meses e que a inauguração ocorra entre dezembro de 2018 ou janeiro de 2019. Com objetivo de dinamizar a economia e a geração de emprego no município, o prefeito Fábio Gentil declarou que Caxias vive um novo momento, marcado pelo desenvolvimento.
“O nosso povo merece todo esforço que estamos fazendo para desenvolver o Município. A instalação do Grupo Mateus representa desenvolvimento e geração de emprego. Tenho certeza que a economia local vai ganhar muito, os consumidores vão ganhar, porque vamos ter mais opções na cidade, e a gente sabe que quando temos mais opções, podemos escolher. Caxias vive um novo momento, e a população está nos ajudando a escrever uma nova história. Ficamos felizes em possibilitar a chegada desse grande grupo empresarial, que vem tornar a nossa economia mais dinâmica e também gerar mais oportunidades de empregos”, disse Fábio Gentil, prefeito de Caxias.

O Grupo Mateus deve gerar entre 200 e 300 empregos diretos e outros indiretos. O local escolhido para instalação é o mesmo onde funcionou a Indústria de Óleos Coringa S.A, no bairro Refinaria.

O Grupo Mateus é considerado a maior rede regional com capital 100% nacional. Ao todo, são 53 empreendimentos nos estados do Maranhão, Piauí e Ceará, empregando mais de 10 mil pessoas, sendo que o faturamento anual chega a R$ 2,8 bilhões, de acordo com o ranking de executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR).

A unidade que será instalada em Caxias é tipo atacarejo (Mix Atacarejo), com diversos serviços para os consumidores, atendendo simultaneamente à indústria da transformação, pequenos e médios varejistas e o consumidor final no sistema autosserviço, aliando economia e praticidade. Atualmente o Grupo Mateus possui 15 lojas em 10 cidades. Geralmente a área de vendas é de 88.588 m², sendo que a área de vendas por loja é de: 2.400 a 7.367 m², onde o Mix de produtos oferecidos por loja é de 8.896 a 19.993.

FONTE: ASCOM

Campanha Troque Suas Lampadas AQUI

Consumo Consciente da CEMAR. Campanha Troque Suas Lampadas AQUI


A equipe do Consumo Consciente da CEMAR, se encontra na cidade de Coelho Neto com a campanha; Troque Suas Lâmpadas Aqui.

A campanha incentiva aos consumidores de energia elétrica residencial a trocarem suas lampadas antigas (halogenas e fluorescentes) pelas lâmpadas de LEDs, as novas lâmpadas, que têm um consumo reduzido em até 80%.

Cada consumidor tem direito a trocar até 5 lâmpadas, qualquer pessoa poderá ir até a Equipe, levando o RG e CPF do titular da conta consumidora, para a troca das lâmpadas.

A equipe ficará na cidade por três dias (desta segunda até quarta-feira). Serão distribuídas apenas 100 senhas por dia.

O Portal Coelho News apoia essa ideia. Conscientize-se.


Apesar da crise, economia começa a dar sinais de recuperação

Especialistas dizem que atividade econômica já deixa pra trás seu pior momento.


Na área da economia, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, procurou neste sábado (8) tranquilizar o mercado e disse que o Brasil vai continuar crescendo.

A economia não está bem, mas dá sinais de recuperação. A avaliação vem de fontes diferentes. Primeiro, do chefe da equipe econômica.

“Gostaríamos de transmitir para as pessoas, consumidores, agentes econômicos, uma mensagem de que podem continuar investindo, podem continuar consumindo que o país vai manter essa trajetória de crescimento e de recuperação da economia que tá saindo ou talvez, mais provavelmente, já tenha saído da maior recessão da história do brasil. Estamos construindo um caminho de um crescimento que vai perdurar pelos próximos anos”, disse Henrique Meirelles.

Economistas, como o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, também acreditam que a atividade econômica já começa a deixar para trás o pior momento.

“O crédito à pessoa física cresce há oito meses consecutivamente. A renda habitual média do trabalhador, onze meses. O fluxo de veículos pesado nas estradas, que é um indicador de excedente de atividade econômica, há sete meses. O varejo vem crescendo continuadamente há sete meses. E, portanto, todas as condições estão se formando para uma recuperação definitiva da economia ao longo deste ano”, explicou Maílson.

Para dar um exemplo, o Jornal Nacional foi até uma loja de materiais de construção, porque esse é um setor que tem um peso significativo no cálculo da inflação. E, quando a construção melhora, outros setores também melhoram como consequência direta.

A Associação dos Comerciantes desta área fez um levantamento que mostra que, se a gente olhar para os últimos 12 meses e comparar com o período anterior, as vendas ainda estão no negativo. Agora, se a gente olhar pros primeiros seis meses desse ano e comparar com o mesmo período do ano passado, houve um aumento de 4% nas vendas.

Ou seja, pra quem não via nem o túnel na frente, agora já dá para ver, pelo menos, uma luzinha no fundo do túnel.

"A gente já está tendo um pouco de confiança e dá para tirar o dinheiro da poupança e investir em alguma coisa na melhora da casa. Mas ainda com certo receio", disse o aposentado Hélio Rossi.

Seu Mário Hidaka está reformando a casa e a loja, mas acha que a economia ainda tem muito o que melhorar. "Se ninguém atrapalhar, ela melhora sozinha, na minha opinião, tá certo? Mas, o que nós precisamos é de estabilidade política", afirmou o comerciante.

E é justamente por causa da instanilidade política, que o ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola, faz um alerta. "Não se deve soltar rojão ainda, sobre a recuperação da economia brasileira. O PIB, de 2017 deve crescer, mas crescer pouco. Deve crescer em torno de 0,3%, 0,4%. É muito pouco. Mas, evidentemente, nós devemos sempre lembrar que estamos vindo de 2 anos de recessão. Infelizmente, a crise polítca vai atrasar a velocidade de recuperação, notadamente pela questão das reformas", disse Loyola. 

O ex-ministro da Fazenda diz que o mercado financeiro defende a continuidade da equipe econômica. Ele acredita que as reformas serão aprovadas. “Há uma perspectiva generalizada entre analistas no país e no exterior, de que haverá uma aprovação da reforma trabalhista. Não é a reforma dos sonhos, não é a grande reforma de que o Brasil precisa, mas é um bom início”, disse Nóbrega.

"Temos que trabalhar, temos que fazer, não só as reformas macroeconômicas, alcançar o equilíbrio fiscal do país. Fazer com que o país, portanto, possa, primeiro retornar ao crescimento, e depois crescer mais e isso já está acontecendo", afirmou Meirelles.

Do G1
Jornal Nacional
Edição do dia 08/07/2017
08/07/2017 21h37 - Atualizado em 08/07/2017 21h37

EUA suspendem importação de carne bovina fresca do Brasil

Medida foi tomada porque 11% da carne brasileira importada desde março não passou em testes de qualidade, índice está acima da média mundial, de 1%, segundo os EUA.
Brasil recebeu autorização para exportar carne fresca aos Estados Unidos apenas em agosto de 2016 (Foto: G1)
secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, anunciou nesta quinta-feira (22) a suspensão da importação de carne bovina fresca vinda do Brasil. A suspensão ocorreu após o país obter resultados negativos em testes de qualidade da carne brasileira que entra no país.

Os Estados Unidos eram um mercado novo para a carne bovina in natura brasileira. O Brasil só conseguiu autorização para exportar o produto para o país no fim de julho do ano passado, após 17 anos de negociações.

Em comunicado, o Departamento de Agricultura americano informou que está testando 100% da carne brasileira que entra nos EUA. Nesses testes, 11% dos produtos de carne fresca brasileira importados foram rejeitados.

"Esse resultado está substancialmente acima do que a taxa de rejeição de 1% das entregas vinda do resto do mundo", disse o departamento de agricultura americano, em comunicado.

O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadores de Carnes (Abiec), Antonio Jorge Camardelli, disse a GloboNews que o problema se deve à uma reação da vacina de febre aftosa. Os componentes do medicamento provocaram abscessos na carne.

Alguns são visíveis e foram retirados pelos fiscais sanitários brasileiros. "Outros são abscessos internos, que não são visíveis, e que infelizmente foram detectados pelo governo americano", explicou.

Carne barrada
Desde que o regime de fiscalização foi ampliado, os fiscais americanos recusaram a entrada de 106 lotes de carne brasileira, que levavam 1,9 milhão de pounds (cerca de 860 toneladas) de produto. Segundo o órgão americano, esses produtos foram reprovados devido a problemas sanitários e de saúde animal.

"Apesar do comércio internacional ser uma parte importante do nosso departamento, e o Brasil é um de nossos parceiros, minha prioridade é proteger os consumidores americanos. É isso que fazemos suspendendo a importação de carne fresca do Brasil", disse o secretário americano, em comunicado.

Segundo o comunicado, a suspensão vale "até que o ministério de Agricultura brasileiro tome medidas corretivas que os EUA achem satisfatórias".

O G1 procurou o Ministério da Agricultura e aguarda posicionamento.

Mercado novo
Em todo o ano passo, os Estados Unidos importaram US$ 3,35 milhões de carne bovina congelada, resfriada e fresca, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Ao todo, o Brasil exportou US$ 4,3 bilhões desse produto em 2016.

Atualmente, a Ásia é o maior mercado para a carne bovina brasileira. O maior importador é Hong Kong, que comprou US$ 718 milhões de carne bovina resfrigada, congelada e fresca do Brasil em 2016, seguido da China, que importou US$ 702 milhões, segundo dados do Mdic.

A importância dos Estados Unidos como comprador de carne brasileira vai além dos números. O país é uma referência para outros importadores de carne bovina in natura, explicaram as autoridades brasileiras quando conseguiram o aval para exportar o produto para o mercado americano.

Em seus discursos na solenidade que formalizou o acordo, o presidente Michel Temer e o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disseram que o aval dos EUA para a carne brasileira

Na solenidade oficial que formalizou o acordo, o presidente da República, Michel Temer, disse que o aval dos EUA abriria novos mercados ao Brasil.

Reação internacional à Carne Fraca
Os Estados Unidos intensificaram os testes à carne brasileira em março, após a Polícia Federal deflagrar a operação Carne Fraca, que investigou irregularidades em frigoríficos brasileiros.

Após o escândalo, diversos países impuseram medidas restritivas à carne brasileira, como a suspensão de importações e o aumento dos testes de qualidade.

A União Europeia trouxe auditores ao Brasil em maio e enviou no início de junho uma carta ao ministro Blairo Maggi solicitando novas medidas para assegurar a qualidade da carne exportada. A UE ameaça impor novas restrições ao Brasil se seu pedido não for atendido.

Os Estados Unidos não chegaram a barrar a carne brasileira após a operação Carne Fraca. No entanto, o próprio ministério da Agricultura impôs medidas preventivas para tentar evitar sanções.

Na última quarta-feira (21), o órgão suspendeu a exportação de carne de cinco frigoríficos para os EUA, por reações adversas à vacina contra febre aftosa.



Presentes do Dia das Mães têm até 78% de impostos embutidos, aponta pesquisa

Os brasileiros gostam de dar presentes no Dia das Mães, considerada pelos lojistas a segunda melhor data do comércio, perdendo apenas para o Natal. O que poucos param para pensar no momento de optar por um buquê de flores, um perfume, uma bolsa ou um tablet é na carga tributária embutida nesses produtos.

Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), que calculou o percentual em impostos estaduais, federais e municipais sobre os itens mais procurados para presentear as mães, a carga pode chegar a 78,43%. Trata-se do percentual em impostos incidente sobre um perfume importado, de acordo com a pesquisa. O perfume nacional, com 69,13%, não fica atrás. Em terceiro lugar entre os mais tributados vem a maquiagem importada, com carga de 69%.

A maquiagem nacional e as joias também ficam mais caras por causa dos impostos, respectivamente 51% e 50,44%. O mesmo vale para a água-de-colônia, com carga tributária de 50,38%, e para um aparelho MP3 ou Ipod, com 49,45% do valor correspondente a impostos.

Quem levar uma calça jeans pagará 38,53% em impostos e no caso de uma camisa, 34,67%. Nem as tradicionais flores escapam do peso dos tributos, com carga tributária de 17,71% sobre o buquê. Levar a mãe a um restaurante também implica em gastar em impostos: 32,31%, de acordo com o levantamento (confira a lista completa da pesquisa abaixo).

O presidente-executivo do IBPT, João Eloi Olenike, afirma que esses itens têm a tributação alta por serem bens de consumo, considerados supérfluos. "O nosso sistema é voltado para ter a maioria dos tributos sobre o consumo. Não temos muitos países que arrecadam dessa forma. Nos Estados Unidos, Europa, a tributação é concentrada na renda e no patrimônio", afirma.

Segundo Olenike, a intenção ao concentrar a tributação sobre o consumo, à época da elaboração da Constituição de 1988, era criar facilidade para União e estados arrecadarem recursos. "Entendia-se que, com a tributação sobre a renda, os lucros não seriam tão altos já que o Brasil não é um país tão rico. A ideia era tributar os produtos e atividades que são menos essenciais. Mas os governos realmente a deturparam. Hoje, 70% da arrecadação brasileira vem do consumo", informa.

Reforma tributária
O pesquisador da Universidade de Brasília (UnB) José Matias-Pereira, especialista em administração e finanças públicas, avalia que o modelo de tributação sobre o consumo revelou-se equivocado e penaliza os mais pobres. "A tributação indireta que recai sobre alimentos, roupas, é extremamente injusta com as pessoas que ganham menos. As pessoas pobres acabam pagando mais. A sociedade precisa começar a se envolver e exigir que o governo faça uma reforma tributária", disse.

Ele cita como exemplo de alternativa ao sistema atual a tributação sobre heranças. "Nos Estados Unidos, quando uma pessoa morre, a metade da herança o governo recolhe. Quando alguém morre está financiando a educação, a tecnologia. No Brasil, quando a gente fala em impostos sobre herança e grandes capitais, as nossas formas de tributação são muito suaves", destaca.

Matias-Pereira afirma ainda que, embora o Brasil tenha uma carga tributária próxima à de países desenvolvidos, o retorno para a população não acontece. "O Estado brasileiro é extremamente competente para tributar e incompetente para devolver esses tributos a seus contribuintes. Temos um país que arrecada 33%, 34% do PIB [Produto Interno Bruto, soma das riquezas de um país] em impostos. Está no nível dos países da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, que reúne países desenvolvidos], mas o retorno para nós é semelhante à situação de países de terceiro mundo", analisa.

No final do ano passado, o governo disse que umas prioridades deste ano será a reforma tributária, para tornar a legislação mais simplificada.

Veja a carga tributária dos itens mais procurados para o Dia das Mães:
Água de colônia (nacional): 50,38%
Almoço em restaurante: 32,31%
Aparelho MP3 ou iPOD: 49,45%
Bolsa de Couro: 41,52%
Bota: 36,17%
Buquê de flores: 17,71%
Calça de tecido: 34,67%
Calça jeans: 38,53%
Camisa: 34,67%
Computador acima de R$ 3 mil: 33,62%
Computador até R$ 3 mil: 24,30%
iPad/tablet: 39,12%
Joias: 50,44%
Livros: 15,52%
Maquiagem nacional: 51,04%
Maquiagem importada: 69,04%
Pacote viagem: 29,56%
Perfume importado: 78,43%
Perfume nacional: 69,13%
Porta retrato: 43,47%
Relógio: 53,14%
Roupas: 34,67%
Secador de cabelos: 47,88%
Serviço de TV por assinatura: 46,12%
Teatro e cinema: 30,25%
Telefone celular: 33,08%
Televisor: 44,94%

Imagem ilustrativa (Google Imagens)
Fonte: Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT)
Fonte: Da Agência Brasil

Campanha do Dia das Mães da Lojas Marisa gera polêmica na internet

Mensagem publicada nas redes sociais brinca com caso do triplex relacionado à esposa de Lula, Marisa Letícia, morta em fevereiro.


Uma campanha de Dia das Mães veiculada nas redes sociais pela rede de varejo Lojas Marisa gerou polêmica na internet nesta sexta-feira (12), ao fazer piada com o caso da denúncia de recebimento de um triplex relacionado à falecida mulher do ex-presidente Lula, Marisa Letícia. O caso é investigado pela operação Lava Jato.

"Se sua mãe ficar sem presente, a culpa não é da Marisa", diz a mensagem. A publicação gerou reações negativas e positivas por parte dos internautas. No depoimento ao juiz Sérgio Moro, Lula afirmou que Marisa visitou o imóvel em 2014 e que tinha interesse em investir, mas não gostava de praia.

Os que reprovaram a campanha da rede propuseram boicotar a marca usando a hashtag #naocomprenamarisa. O assunto era um dos 10 tópicos mais comentados no Twitter na noite desta sexta-feira.
Internauta reage a campanha da Lojas Marisa (Foto: Reprodução/Facebook)
Internauta comenta campanha da Lojas Marisa em rede social (Foto: Reprodução/Facebook)
Outro grupo reagiu dizendo ter aprovado a campanha. "Só por conta dessa sacada sensacional, vou comprar o presente da minha mãe na @voudemarisa", escreve um usuário da rede social.
Procurada pelo G1, a rede informou que não irá comentar.






Do G1

Anatel poderá intervir na Oi

Em carta a ministro, Anatel diz que pode intervir na Oi mesmo sem MP

Imagem Ilustrativa - Reprodução Internet
Gilberto Kassab, da Ciência, Tecnologia e Comunicações, confirmou que recebeu a carta e informou que ela detalha preocupação da Anatel com situação da operadora.

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab, confirmou nesta quarta-feira (26) que recebeu uma carta em que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) expõe a possibilidade de uma intervenção na Oi antes mesmo de o governo editar a medida provisória que vai tratar desse tema.

"Ela [Anatel] fez um alerta, correto, cuidadoso e respeitoso de que o governo estivesse atento de que poderia, eventualmente, independentemente da MP, ser necessária a ação da Anatel intervindo na Oi", disse o ministro. A operadora passa por um processo de recuperação judicial.

Kassab afirmou que o documento expõe as preocupações da Anatel em relação à situação da Oi, entre elas a de que a empresa, ao longo do tempo, pode não "corresponder às suas responsabilidades no desempenho das suas atividades."

Desde o ano passado, quando a Oi pediu recuperação judicial, o governo vem planejando a edição de uma medida provisória que permitirá às agências reguladoras fazer intervenções mais amplas nas empresas, caso sejam necessárias.

Atualmente, a Lei de Recuperação Judicial só permite a intervenção nos serviços que são prestados por meio de concessão. Com a MP, diz o governo, as agências também vão poder intervir caso o serviço público seja prestado via autorização ou permissão.

O governo justifica que medida provisória é necessária porque, sem ela, a Anatel só poderia intervir no serviço de telefonia fixa da Oi, que é uma concessão. As áreas responsáveis pelos serviços de banda larga e telefonia celular ficariam de fora porque são prestados por meio de autorizações.

Segundo o ministro, a medida deve ser publicada e enviada ao Congresso Nacional nos próximos dias.

Por Laís Lis, do G1, Brasília

26/04/2017 14h42  Atualizado há 9 horas

Juros do cartão de crédito rotativo sobe para 490% ao ano

Juros do cartão de crédito rotativo sobe para 490% ao ano em março, informa BC

Imagem Ilustrativa - Reprodução Internet
Os juros cobrados pelos bancos em suas operações com cheque especial e cartão de crédito rotativo voltaram a subir em março, após apresentarem queda em fevereiro deste ano, informou nesta quarta-feira (26) o Banco Central.

No caso do cartão de crédito rotativo, a taxa passou de 487,8% ao ano em fevereiro para 490,3% ao ano em março deste ano. Com isso, atingiu o maior patamar desde janeiro (497,5% ao ano). A série histórica dessa modalidade de crédito foi revisada.

Já os juros do cheque especial, ainda de acordo com a autoridade monetária, avançaram de 327% ano em fevereiro para 328% ao ano em março, também o maior nível desde janeiro (328,3% ao ano).

Especialistas recomendam que essas modalidades de crédito (cartão e cheque especial) só devem ser utilizadas em momentos de emergência e por um prazo curto de tempo, devido ao custo proibitivo. No caso do cartão de crédito, a recomendação dos economistas é que os clientes bancários paguem toda a fatura no vencimento para não deixar saldo devedor.

Mudanças no cartão de crédito e competição bancária
O mês de março foi o último antes das mudanças nas regras do cartão de crédito. Pelas novas normas, que começaram a valer neste mês de abril, o rotativo só poderá ser usado até o vencimento da fatura seguinte. Se na data do vencimento o cliente não tiver feito o pagamento total do valor da fatura, o restante terá que ser parcelado ou quitado.

A expectativa do governo federal é que as medidas façam com que os juros do cartão caiam pela metade do patamar atual, ou seja, para cerca de 245% ao ano. Mesmo com essa queda, a taxa de juros cobrada pelos bancos ainda seria muito elevada pelos padrões internacionais.

O BC, que tem informado que busca estimular a competição entre os bancos para baixar os juros, informou recentemente que os quatro maiores conglomerados bancários - Itaú-Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal - detinham, no fim de 2016, 78,99% de todas as operações de crédito feitas por instituições financeiras no país e também 78,48% dos depósitos.

Juro bancário médio cai em março
Apesar do aumento dos juros do cartão de crédito e do cheque especial, os números do BC mostram que houve, em março, queda dos juros médios cobrados pelos bancos tanto nos empréstimos a pessoas físicas quanto a empresas nas operações com recursos livres (que excluem crédito imobiliário, rural e do BNDES).

Em março, de acordo com a autoridade monetária, a taxa média de juros das operações com recursos livres para as pessoas físicas somou 72,7% ao ano, contra 73,5% ao ano em fevereiro. Trata-se do menor patamar desde dezembro do ano passado (72,4% ao ano). A taxa cobrada das empresas, por sua vez, recuou de 28,7% ao ano em fevevereiro para 27,5% ao ano em março.

A queda dos juros bancários acontece em momento de recuo da Selic, a taxa básica de juros da economia, fixada pelo Banco Central, que influencia a chamada "taxa de captação" dos bancos, ou seja, quanto eles pagam pelos recursos.

Desde outubro do ano passado, os juros básicos da economia recuaram de 14,25% para 11,25% ao ano, uma queda de três pontos percentuais.

Nesse mesmo período, porém, os juros bancários médios nas operações com pessoas físicas passou de 74,3% ao ano para 72,7% ao ano - um recuo de 1,6 ponto percentual. Com isso, os juros bancários cobrados das pessoas físicas recuaram metade do corte da taxa básica de juros promovido pelo Banco Central desde outubro do ano passado.

Taxa de inadimplência
Dados do Banco Central mostram que a taxa de inadimplência subiu em março deste ano. No mês passado, a taxa de inadimplência das pessoas físicas e jurídicas, nas operações com recursos livres (exclui crédito imobiliário, rural e do BNDES), subiu de 5,6% para 5,7%.

Considerando a inadimplência com recursos livres para pessoas físicas, houve estabilidade em 5,9%. No caso das operações com empresas, a taxa de inadimplência avançou de 5,2% em janeiro para 5,6% em março.


Do G1

Consumidor deve ficar atento a fatores que influenciam o preço da energia


Diversos fatores podem influenciar a conta de luz e o consumidor deve estar atento às informações do setor para se programar e tentar economizar quando as condições estiverem menos favoráveis, como na vigência da bandeira vermelha, por exemplo, que encarece o preço da energia.

A fatura de eletricidade é composta por diversos itens, como o custo da geração de energia, da transmissão, além de impostos e encargos. Todos os anos, ela passa pelo processo de reajuste, que tem como objetivo corrigir os preços cobrados pelas distribuidoras. A cada quatro anos, em média, ocorre a revisão tarifária, quando são revistas as regras de cálculo das tarifas e a transferência dos ganhos de produtividade das distribuidoras. No ano em que há a revisão tarifária, não é aplicado o reajuste anual.

Tanto os reajustes quanto as revisões tarifárias são definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Recentemente, a agência tem estabelecido alguns percentuais negativos de reajustes, ou seja, o preço da energia para os clientes de algumas distribuidoras tem caído em vez de aumentar. Isso acontece quando a Aneel faz um ajuste dos valores que foram estimados no processo tarifário anterior.

Bandeiras
Além dos reajustes nas tarifas, desde 2015 a conta de luz sofre o impacto das bandeiras tarifárias, que refletem o custo de geração da energia. Quando chove menos, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas.

Em abril, a bandeira tarifária em vigor é a vermelha patamar 1, que significa um adicional de R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

O presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales, explica que a bandeira tarifária não é um pagamento adicional, porque os consumidores já pagavam pelo uso das termelétricas, mas isso entrava no cálculo dos reajustes anuais. "Não é um pagamento adicional, é apenas mais alinhado no tempo com a realidade. Se você está acionando mais termelétricas hoje, está fazendo o pagamento tempestivamente, com a bandeira amarela ou vermelha."

Indenizações
Outro fator que deverá aumentar a conta de energia nos próximos anos é o pagamento de indenizações às transmissoras de energia. O total, de R$ 62,2 bilhões, será pago pelos consumidores em oito anos. Em 2017, o impacto será de 7,17%, segundo a Aneel.

Essa indenização será necessária para remunerar os ativos das transmissoras de energia elétrica. A remuneração é uma gratificação paga pelos investimentos feitos pelas empresas que renovaram suas concessões antecipadamente em 2012, mas só recentemente a Aneel definiu como será feito o ressarcimento.

"Do ponto de vista do consumidor, isso é um incômodo absolutamente indesejável, mas é vital para a sobrevivência das empresas", avalia Sales, lembrando que a indenização é uma consequência da Medida Provisória 579, que em 2012 determinou a renovação antecipada das concessões do setor elétrico.

Desconto
Por outro lado, os consumidores terão um alívio nas contas de luz de abril por causa da devolução de valores cobrados a mais no ano passado. Os percentuais de redução na tarifa que será aplicada em abril variam de 0,95% a 19,47% para 90 distribuidoras.

A devolução vai ocorrer porque o custo da energia proveniente da termelétrica de Angra 3 foi incluído nas tarifas do ano passado, mas a energia não chegou a ser usada porque a usina não entrou em operação. O valor total a ser devolvido será de R$ 900 milhões.


Fonte: Agência Brasil

Enquanto a cidade passa por dificuldades, Prefeitura de Coelho Neto recebe aumento no FPM

Enquanto a cidade naufraga, a prefeitura recebe aumento de 14,30% no FPM.


O repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao segundo decêndio do mês de abril de 2017 vai totalizar – em valores brutos – R$ 867.412.807,58. Descontada a dedução do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), o repasse é de R$ 693.930.246,06. Os valores serão repassados nesta quinta-feira, dia 20 de abril.

O aporte de recursos referentes à repatriação, os gestores municipais devem ter prudência. Em meio às incertezas quanto ao atual cenário de crise e à recuperação da atividade econômica nacional, é fundamental que as administrações locais planejam seus orçamentos a fim de cumprirem as obrigações financeiras em dia. A entidade destaca que, como o prazo para a repatriação de recursos é até o mês de julho, a maioria dos recursos arrecadados deve ser repassada aos Municípios ainda neste mês.

A entidade destaca que, comparado ao mesmo período de 2016, o segundo decêndio do mês de abril teve um crescimento de 18,8%, em termos nominais. Quando se considera os efeitos da inflação, o aumento é de 14,30%. Em relação ao montante de FPM repassado de janeiro até este último repasse, o total é R$ 27,7 bilhões, o que corresponde a um aumento de 5,32% ao montante transferido aos Municípios no mesmo período do ano anterior, considerando-se os efeitos da inflação.

Do Blog do Carlos Machado
Fonte: CNN

CAIXA abre mais cedo até quarta-feira para saque de contas inativas do FGTS


De hoje (10) até quarta-feira (12), todas as agências da Caixa abrirão duas horas mais cedo para atendimento de trabalhadores que precisam sacar ou tirar dúvidas sobre as contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

As unidades, que normalmente começam a funcionar para o público às 11h, vão operar a partir das 9h. As que abrem às 10h atenderão a partir das 8h e as que normalmente começam as atividades às 9h vão funcionar a partir das 8h, com fechamento uma hora mais tarde.

A orientação do banco é de que o trabalhador, ao procurar a agência, leve a Carteira de Trabalho e o termo de rescisão do contrato. Os que vão sacar no autoatendimento devem prestar atenção à mensagem que aparece no terminal, para o caso de ter mais de uma conta inativa.

Em todo o país, de acordo com a Caixa, são 3.412 agências com horário especial nos primeiros dias da segunda etapa de pagamento. Não terão horários especiais os 837 postos de atendimento que ficam no interior de repartições públicas e as oito unidades móveis (caminhões), por não serem caracterizados como agência.

Desde sábado (8), 7,7 milhões de brasileiros nascidos em março, abril e maio podem sacar os recursos das contas inativas do FGTS. O valor total disponível para esta fase chega a R$ 11,2 bilhões e equivale a 26% do total disponível. Esses trabalhadores têm até 31 de julho para fazer o saque, caso não recebam automaticamente em conta.

A Caixa lembra que apenas o trabalhador que pediu demissão ou foi demitido por justa causa até o dia 31 de dezembro de 2015 tem contas inativas aptas a serem sacadas.


Da Agência Brasil

Coelho Neto ganha mais um ponto de atendimento CAIXA AQUI


O empresário e também advogado, Dr. Jardel Seles, inaugura hoje, terça-feira (04), mais um ponto de atendimento CAIXA AQUI.

O novo empreendimento solucionará problemas dos clientes e beneficiários da Caixa Econômica Federal, ajudando a diminuir as filas dos bancos, proporcionando conforto aos clientes, em especial aos que recebem o BOLSA FAMILÍA, que passam horas sofrendo em baixo de forte sol e chuva, outros benefícios Federais também serão pagos no novo atendimento do CAIXA AQUI.

O empresário segue na contramão da crise econômica que assola o município. O empreendimento irá gerar mais um posto de emprego e irá colaborar com o desenvolvimento social e econômico da cidade de Coelho Neto.

Os pontos de atendimento do CAIXA AQUI são conectados em tempo real com a CAIXA. Os diversos correspondentes CAIXA AQUI habilitados oferecem aos clientes a possibilidade de preencher propostas de cartão de crédito, conta corrente, cheque especial, adquirir empréstimos em consignação, financiamentos imobiliários, realizar saques, transferências, receber Bolsa Família, FGTS e o Seguro Desemprego.

CONHEÇA A EQUIPE DO Dr. Jardel Seles:
Advogada Dayana Seles, a empresária Fátima Seles, o Advogado Jardel Seles e Lenira Ramos, Secretaria e Analista Administrativa.

A Nova integrante da equipe, Nayra Sousa, como atendente CAIXA AQUI.

O foco do empreendimento será em oferecer empréstimos para população, em especial para os empresários locais, viabilização de financiamentos de imóveis e veículos automotores.


O novo atendimento do CAIXA AQUI fica localizado na Rua Rui Barbosa, ao lado da Loja MOB DIK, com funcionamento de segunda a sexta, das 8:00 as 12:00 e das 14:00 as 18:00.

Grupo Industrial João Santos e sua falência

Itapagé S/A - Empresa do Grupo João Santos em Coelho Neto, fechada desde 2005.
Com 12 fábricas, detendo 13% do mercado de cimento no Brasil, acaba de falir, oficialmente, o Grupo João Santos, dono da marca Nassau.

A Nassau produzia 6,4 milhões de toneladas de cimento. Mas, o Grupo João Santos não era só cimento. Tinha usinas de açúcar e etanol, de papel e celulose e uma rede de comunicação, a Rede Tribuna.

No epicentro dos atrasos salariais e desvalorização de seus produtos está a questão familiar. Uma reportagem produzida pela revista Isto É Dinheiro, em 2010, já anunciava a crise instaurada que, mais cedo ou mais tarde, resultaria na situação local.

No entanto, o império do Grupo começou a andar mal das pernas há sete anos, na ocasião da morte do patriarca e presidente do conglomerado, João Pereira dos Santos.

Segundo a reportagem, a briga pelo controle do grupo teria de um lado Fernando Santos, José Bernadino Santos e Maria Clara Santos, filhos de João Santos, e do outro lado, as irmãs de João Santos, Ana Maria Santos e Rosália Santos, além de Alexandra.

Rodrigo e Maria Helena, filhos do primogênito João Santos Filho, que faleceu na década de 80. As discórdias entre os parentes de João Santos começaram em 2009, durante o inventário de bens deixado por ele.

Por Rubens Frota – Do Jornal O Estado do Ceará

Flávio Dino e a nova Lei do Cão

Atualmente no comando do Executivo, Dino mantém o mesmo ímpeto contra o trabalhador.

Governador do Maranhão, Flávio Dino (FOTO: Reprodução Internet)
A recém-aprovada MP 230/2017 – que concede reajuste apenas às gratificações dos professores, e não aos vencimentos – já foi batizada pelos profissionais da categoria de “Nova Lei do Cão”.

A denominação vem bem a calhar e remete, de imediato, ao ano de 2007, quando o então governador Jackson Lago (PDT) pressionou sua base aliada na Assembleia Legislativa a aprovar a Lei do Cão original.

O dispositivo proposto pelo pedetista – em forma de lei (justiça seja feita), não de Medida Provisória, como em 2017 – transformava salários de servidores, em especial os dos professores, em subsídios e retirava vários direitos do funcionalismo.

Na ocasião, a proposta teve apoio do PCdoB do hoje governador Flávio Dino (PCdoB). Mas não apenas isso.

Segundo denunciou em 2010 o então candidato a governador Saulo Arcangeli (PSTU), Dino não apenas pertencia ao partido que apoiou a Lei do Cão original, como também trabalhou pela sua manutenção nos tribunais superiores.

Arcangeli revelou em um dos seus programas eleitorais que o comunista chegou a ir ao Supremo Tribunal Federal (STF) defender a Lei do Cão, então questionada pelo PMDB numa Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) – depois apoiada pelos sindicatos.

Ode à hipocrisia
Chega a ser até curiosa a hipocrisia – alguns chamariam apenas de incoerência – do governador e de alguns dos seus fiéis seguidores.

O mesmo Flávio Dino que edita uma MP mutilando o Estatuto do Magistério – que é lei e determina, em seu artigo 32, que na data base o Poder Executivo deve proceder “aos ajustes dos valores do vencimento do Subgrupo Magistério da Educação Básica” – é também um professor.

Esse mesmo Flávio Dino construiu sua carreira no mundo jurídico, ainda, como defensor de sindicatos de trabalhadores.

Mas não só ele peca pela hipocrisia. Dois dos mais criticados deputados na sessão de ontem também têm fortes ligações com os trabalhadores em geral, e com os professores em particular.


O deputado Marco Aurélio (PCdoB) é também professor. O deputado Bira do Pindaré (PSB) é bancário, com forte atuação no movimento sindical. Isso tudo, no entanto, era antes de eles chegarem ao poder.

Partidos tentam separar caixa 2 de corrupção no STF


Com os depoimentos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de três ex-executivos da Odebrecht, inclusive de Marcelo Odebrecht, cresceu entre os políticos de Brasília um movimento para tentar separar na Justiça o que é dinheiro recebido por caixa 2 de dinheiro fruto de propina e corrupção.

Esses depoimentos, considerados uma espécie de prévia das delações da Odebrecht, provocaram forte impacto em todos os partidos políticos da base do governo e da oposição.

A avaliação é que isso é um indicativo de que poucos políticos conseguirão sobreviver aos depoimentos já homologados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Com base nas delações da Odebrecht, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve pedir em breve a abertura de inquéritos para investigar parlamentares citados pelos delatores.

Juristas que atuam para vários partidos e políticos já iniciaram conversas para fechar uma estratégia conjunta.

Contra essa tese, já há uma decisão do próprio STF durante o julgamento do mensalão, que considerou crime o caixa 2.

Mesmo assim, vários advogados tentam mudar essa interpretação do STF.

Nos últimos dias, os políticos foram pegos de surpresa porque não esperavam o movimento do ministro do TSE Herman Benjamin de pedir e fazer depoimentos de executivos da Odebrecht, o que antecipou um ambiente de muita apreensão em Brasília.


Do Blog do Camarotti / G1

Piauí é o Estado com menor número de agências bancárias no país

95 cidades do Piauí não possuem agência bancária.

Entre os estados com o maior número de cidades sem bancos ou que deixaram de ter dependência bancária nos últimos anos destacam-se Piauí, Paraíba e Rio Grande do Norte. De acordo com o Banco Central, 18 dos 27 estados da federação possuem cidades sem qualquer tipo de dependência bancária. A rede de agências bancárias está encolhendo no Brasil e deixando cidades do interior sem atendimento presencial. Com foco na expansão de canais digitais, os bancos vêm fechando agências em diversos municípios. Nos últimos 2 anos, mais de 100 cidades deixaram de ter qualquer dependência bancária, segundo dados do Banco Central.

Dos 5.588 mil municípios brasileiros, 352 não tinham canais de acesso direto aos bancos no final de 2016 – maior número desde 2010. O volume vem crescendo desde 2013. Em 2014, eram 241 cidades sem estruturas bancárias; em 2015, eram 300. Em geral, são cidades bem pequenas, com menos de 5 mil habitantes e pouca circulação de dinheiro. Nestes municípios, os únicos canais de acesso aos serviços financeiros são as lotéricas, os Correios, cooperativas de crédito ou estabelecimentos comerciais que atuam como correspondentes bancários. Porém, há limite para saques e pagamentos de boletos. Isolados, os moradores são obrigados a viajar quilômetros até cidades vizinhas para sacar salários e aposentadorias ou fazer depósitos.

Corte de custo e falta de segurança

Entre os principais motivos para o movimento de encolhimento da presença bancária no país está a reestruturação dos bancos, que entraram na onda de corte de custos e perderam o interesse em manter agências pouco rentáveis. Em vez de abrir uma agência em cada esquina, agora os bancos focam seu crescimento na expansão dos canais digitais.

Mas o fechamento de agências também foi motivado pela ocorrência de assaltos violentos que se propagou também pelo interior do país. Levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostra que foram ao menos 393 assaltos e tentativas de assaltos no Brasil em 2015 e 385 em 2014.

Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), se forem somados todos os tipos de ocorrências, incluindo também os arrombamentos, o número de ataques por ano passou de 3 mil.

Do G1 Piauí

Trinta doenças garantem descontos na compra do carro novo

Trinta doenças garantem benefícios para clientes quando pretender comprar um carro novo; saiba quais.
Ao pretender comprar um carro novo, você pode ter direito a descontos com a isenção de impostos e talvez nem esteja sabendo. A questão é que, ao contrário do que muita gente pensa, o benefício da isenção fiscal não abrange apenas pessoas com deficiência física, mas também, portadores de doenças que provocam algum tipo de limitação.

Tal benefício está previsto na Lei nº 10.690 de 16 de junho de 2003, que expandiu o número de patologias, as quais os portadores podem requerer o direito.

De acordo com Itamar Tavares Garcia, diretor comercial da Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia ASSISTIVA (ABRIDEF). Portadores dessas limitações podem requerer a isenção de impostos como IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores).

Segundo Itamar, doenças como Câncer, problemas graves de coluna, Diabetes, HIV Positivo e muitas outras estão na lista das enfermidades contempladas com o benefício. “No total, mais de 100 milhões de brasileiros podem ter direito a comprar carro 0km com isenção de impostos”, complementa Itamar.

Para solicitar o benefício é necessário, inicialmente, dirigir-se ao Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) e solicitar, junto a perícia médica, laudo atestando a condição de deficiente ou portador de patologia. Com o laudo em mãos, o condutor deverá procurar, em seguida, a Receita Federal para requerer a isenção do IPI. No caso do ICMS e do IPVA, o motorista deve se dirigir a Secretaria Estadual de Tributação e pedir a isenção. O processo dura, em média 30 dias.

VEJA LISTA COMPLETA DAS DOENÇAS:

·         Amputações
·         Artrite Reumatóide
·         Artrodese
·         Artrose
·         AVC
·         AVE (Acidente Vascular Encefálico)
·         Autismo
·         Alguns tipos de câncer
·         Doenças Degenerativas
·         Deficiência Visual
·         Deficiência Mental
·         Doenças Neurológicas
·         Encurtamento de membros e más formações
·         Esclerose Múltipla
·         Escoliose Acentuada
·         LER (Lesão por esforço repetitivo)
·         Linfomas
·         Lesões com sequelas físicas
·         Manguito rotador
·         Mastectomia (retirada de mama)
·         Nanismo (baixa estatura)
·         Neuropatias diabéticas
·         Paralisia Cerebral
·         Paraplegia
·         Parkinson
·         Poliomielite
·         Próteses internas e externas, exemplo: joelho, quadril, coluna, etc.
·         Problemas na coluna
·         Quadrantomia (Relacionada a câncer de mama)
·         Renal Crônico com uso de (fístula)
·         Síndrome do Túnel do Carpo
·         Talidomida
·         Tendinite Crônica
·         Tetraparesia
·         Tetraplegia

FONTE: Nação Jurídica, com informações do Portal Noar