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Atitudes de um Prefeito mediante a manifestações que favorecem os trabalhadores do Grupo João Santos

Reunião entre Sindicalistas e Trabalhadores (27/5)
É através de greves, manifestações e atitudes solidárias, que grupos de sindicalistas e a sociedade vem se sensibilizando por mais de 60 dias, mostrando apoio aos trabalhadores lesados das Industrias do Grupo João Santos em Coelho Neto. Não tanto favorável, mas sindicalistas buscam soluções entre meios agravantes para viabilizar a paralisação e o atraso do pagamento dos trabalhadores das Indústrias do Grupo João Santos em Coelho Neto.
Manifestação entre Trabalhadores das Indústrias do Grupo João Santos (13/5)
Em meios de tantos sacrifícios, o prefeito da cidade não tem se mostrado preocupado com os trabalhadores, que há mais de 60 dias estão sem receber seus salários, sem contar que o prefeito ainda chama os trabalhadores de “pobres trabalhadores desinformados” (vide áudio em 4:04” no final da matéria). Em um discurso extenso feito pelo prefeito Soliney Silva em uma reunião partidária entre aliados nesta segunda-feira (23), o prefeito Soliney Silva soltou algumas “pérolas”, entre elas; em voz tremula afirmou que os Sindicatos iriam atear fogo na cana de propriedade do GIJS, se não concordassem com os devidos acordos (vide áudio em 1:51” no final da matéria). Após essa declaração, os Sindicatos em Coelho Neto deverão entrar com ação conjunta por danos morais.
Prefeito Soliney discursando em reunião partidária entre aliados (23/5)
Quanto ao presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Antônio Pires, a situação dos trabalhadores é tão grave que um trabalhador perdeu o controle emocional por não poder alimentar sua família, e pôs fogo em seus pertences: “E o Prefeito poderia pelo menos se sensibilizar e colocar à disposição a Secretaria de Assistência Social para os trabalhadores, fazer doações de cestas básicas, pois até agora ele não trouxe se quer um pacote de sal para ajudar a suprir as necessidades do povo”. Disse Antônio Pires.

Segundo os Sindicatos que tomam a frente dessa situação, todos estão lutando dentro de acordos racionais com o próprio Grupo João Santos e a Justiça do Trabalho, para que possa ser resolvido esse grave problema. A diretoria da empresa local nunca se negou em resolver o problema, infelizmente não possuem autonomia para resolver essa situação, apenas a diretoria de Recife, porém afirmaram aos líderes Sindicais que trarão uma solução até o dia 31 desse mês.

Ofício de Sindicatos indeferindo
reunião com o Prefeito
O prefeito de Coelho Neto Soliney Silva, tentando ludibriar a população, entra em discursos repetitivos, afirmando que as negociações entre os sindicalistas e o Grupo João Santos não estariam prosperando porque o que estava acontecendo era politicagem, e que os trabalhadores deveriam montar uma comissão fora dos Sindicatos, para resolver esse grave problema. Não sabendo o próprio, que os Sindicatos são compostos por comissões de trabalhadores, e que alguns dias atrás o tal prefeito tentou se se reunir com os mesmos Sindicatos, para que ele prefeito; pudesse mostrar para a população de Coelho Neto que estaria no controle do problema, mas não obteve êxito.

Com uma rejeição altíssima, o prefeito de Coelho Neto Soliney Silva tenta diversas estratégias para se sobressair de um enorme caos criado por ele mesmo. Além de um abuso, é um absurdo um gestor de uma cidade intimidar com palavras que, Coelho Neto poderá ficar ingovernável se as Indústrias do Grupo João Santos fecharem.

Para um prefeito que nem na sua própria cidade vive, não se pode vivenciar os fatos de como andam os problemas sociais. Tentado apenas jogar os problemas para o Governo do Estado, Governo Federal ou até mesmo para os seus opositores. Como vem declarando constantemente em seus discursos.

Coelho Neto é um município brasileiro localizado no estado do Maranhão. Possui 48.078 habitantes, de acordo com estimativas de 2014 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Vem se mantendo com uma economia praticamente sustentada pelo comércio local, vendedores ambulantes, autônomos e por rendas distribuídas através de benefícios sociais, pensões e aposentadorias.

Ouça um trecho do áudio do discurso do Prefeito, em reunião entre aliados nesta segunda-feira (23/5).

A Reunião

Duas viagens para São Luís ocorridas nessa última semana teriam passadas despercebidas se não fossem os envolvidos. Representantes do Grupo João Santos saíram sem nenhum alarde de Coelho Neto para participar de duas reuniões que são capazes de restabelecer a saúde econômica do grupo na cidade. A primeira aconteceu no final da tarde de terça feira (12) junto ao vice-governador Carlos Brandão na sua residência oficial, e a segunda aconteceu no final da manhã de sexta-feira (15) com o secretário de Indústria e Comércio Simplício Araújo.

Os representantes do Grupo vêm demonstrando uma disposição silenciosa para solucionar os problemas da empresa. Eles buscam serem incluídos no programa Mais Empresas do Governo do Maranhão, que incentiva a geração de emprego e renda ao empreendedorismo. Apesar da boa notícia, a postura foi de discrição e pouco alarde. Preocupados, acima de tudo, com o bem-estar da empresa e de seus funcionários, a direção entendeu que a melhor forma seria não partir para o confronto e procurou quem realmente poderia interferir positivamente no processo.

O outro, e talvez principal, motivo para articulação silenciosa passa por uma figura envolvida. Luis Serra, pré-candidato a prefeito de Coelho Neto, foi o responsável por articular o encontro entre o Grupo João Santos e o Governo do Maranhão. Luis, preocupado com os salários atrasados dos funcionários, tentou manter a reunião em sigilo, mas uma foto sua junto ao vice-governador foi responsável por derrubar sua estratégia. Segundo pessoas próximas ao dono da De Um Tudo, Luis não queria dar caráter político ao encontro, principalmente para tentar preservar a unidade do grupo oposicionista, que vem enfrentando constantes especulações de um possível racha.


O episódio gerou reações distintas em pessoas consultadas por esse portal (CN Livre). Umas elogiaram Serra, afirmando que não ser político é o seu maior diferencial, e outros criticaram-no, ressaltando que ele estava sendo ingênuo por não utilizar o fato para atrair mais votos. A única conclusão de consenso é que Luis Serra, com pretensões de ser prefeito, continua a adotar postura de comerciante/empresário ao não explorar politicamente fatos como esse.

FONTE: cnlivre.com.br

Funcionários do Grupo João Santos em busca de seus direitos

A audiência que resultaria em decisões em prol dos funcionários do Grupo João Santos não obteve êxito.
Segundo o presidente do Sindicato dos Papeleiros da cidade de Coelho Neto, Mariano Crateús, os trabalhadores não tiveram uma resposta digna, e o movimento que leva à reivindicações da parte dos trabalhadores irá continuar por tempo indeterminado, até os pagamentos dos trabalhadores serem autorizados e efetuados pela empresa.
A greve, que ocorre há mais de vinte (20) dias pelos funcionários das empresas ITAJUBARA, ITAPAGÉ e AGRIMEX S.A., de propriedade do Grupo João Santos traz motivos não tão favoráveis para muitos de seus funcionários, como; no atraso de três (3) meses de salários, segunda parcela do décimo terceiro (13º), o pagamento de férias e a suspensão dos planos de saúde e odontológico.
Em ato de protesto, mais de cinquenta (50) trabalhadores se deslocaram ontem (6) pela manhã, de Coelho Neto até a sede do Tribunal Regional do Trabalho - TRT na cidade de Caxias, exibiram faixas e cartazes reivindicando os seus direitos e expondo suas necessidades. Praticamente o único resultado positivo que se teve foi, que no próximo dia 28 deste mês haverá uma nova audiência de conciliação as partes.

O que os trabalhadores afirmam é que, continuarão em greve acampando em frente à sede das industrias esperando decisões judiciais trabalhistas que deverá favorecer a classe.
Funcionários em frente ao Tribunal Regional do Trabalho - TRT na cidade de Caxias
Funcionários em ato de protesto
Funcionários acampados em frente a sede das indústrias do Grupo João Santos